quarta-feira, 2 de maio de 2018

Conheça o Curso de Plastimodelismo do Professor Bruno "chiquito" Cascapera

Olá.

Você é um apaixonado pelo plastimodelismo e pelo mundo em miniatura, e quer aprender todos os segredos do hobby, como se faz aquelas preciosidades que vemos pela internet e nos eventos de plastimodelismo?

Você precisa conhecer o curso de plastimodelismo do professor Bruno "chiquito" Cascapera. Nele você irá aprender de uma forma prática e agradável todos os segredos do plastimodelismo. O curso abrange desde o básico até o mais avançado da montagem, pintura, aerografia, efeitos de envelhecimento, criação de dioramas e tudo mais, e você escolhe o que quer aprender e montar.

O curso está disponível para modelistas da cidade de São Paulo e grande São Paulo, e é ministrado na residência do aluno. (demais localidade sob consulta, sujeito a alteração nos preços) As aulas tem duração mínima de 2 horas e pode ser feita de forma a seguir toda a montagem de um modelo ou mais, ou focado apenas em dúvidas que o cliente possa ter.

O curso também pode ser ministrado em lugar próprio do blog, em horários a combinar.

Para quem está longe, exite as aulas on-line via Skype, onde é passado por vídeo ao vivo todos os precedimentos e técnicas igualmente como no curso presencial.

O preço do curso é de R$30,00 por hora, e as aulas presenciais tem um acréscimo de R$40,00 da visita, ou seja, uma aula de duas horas em casa sai no valor de R$100,00 reais. . O aluno precisa apenas do espaço para a aula e o modelo para montar, todo o resto do material é fornecido pelo professor, ferramentas, colas, tintas, aerógrafo e outros .Para as aulas ministradas na oficina do blog, não é cobrado a visita, ou seja, a aula de duas horas sai por R$60,00, mesmo valor para as aulas via skype.

O curso tem duração e regularidade conforme a vontade do cliente. O aluno faz quantas aulas achar necessário, nos dias e horários que forem mais convenientes e que estejam disponível.

Ficou interessado? Quer tirar mais alguma dúvida? Entre em contato:

Telefone/whatsapp: 011 99104-9259
email: blogdochiquito@bol.com.br
intagram: @budiv8

facebook: facebook.com/blogdochiquito

Segue fotos de trabalhos de alunos:

https://www.facebook.com/bruno.santincascapera/media_set?set=a.112492578795695.6576.100001048614716&type=3

https://www.facebook.com/bruno.santincascapera/media_set?set=a.756868854358061.1073741832.100001048614716&type=3


























sexta-feira, 20 de abril de 2018

Rf-84 Thuunderflash 1/48 Tanmodel



            O clássico avião de observação dos anos 50/60 ganha seu primeiro kit de qualidade na escala 1/48

(texto editado em janeiro 2017)

Interior simples e funcional
            O blog do chiquito e a revista Hobby News trazem em primeira mão essa novidade do mercado do plastimodelismo, uma nova marca de kits que debuta nas lojas, a TanModel, da turquia. Se você se espantou com uma marca turca de plastimodelismo, pois bem, eu também me espantei. Mas a Turquia, que não tinha uma marca de grande penetração no mercado ainda, tem um classe modelista bem robusta, com grandes eventos e opens, além de uma tradição militar muito grande, com veículos militares de produção própria além de utilizar clássicos dos arsenais americanos e europeus, como é o caso do Rf-84 Thunderflash. Ingredientes esses ideais para surgimento de boas marcas de modelismo, e a TanModel que eu me lembre, vem a ser a primeira do país.
Esse kit foi para mim um grande laboratório de testes para as
novas tintas Xtreme Metal AK 
            A marca tem como objetivo primário, alcançar o público local, com modelos referentes a história militar turca, mas com kits de boa qualidade e com o maior número possível de versões para atingir o segundo alvo, o mercado internacional. A marca por enquanto possui dois modelos disponíveis apenas:  Um simpático avião de treinamento de fabricação turca, muito semelhante ao nosso tucano, na escala 1/72, e o Rf-84 thunderflash na escala 1/48, um avião de fabricação americana mas com um histórico interessante na força aérea turca. (Notas do editor: Após a edição desta matéria na edição de janeiro de 2017 da revista Hobby News, a marca TanModel ampliou seu catalogo. Vale a consulta no site deles).
Como base para comparação, em alguns momentos do kit eu utilizei
a velha conhecida acrílica Pr-colors.
            Esse avião tem uma considerável importância histórica, e faltava um bom kit dele. Será que agora temos? Vamos avaliar...

Unboxing: As primeiras impressões.

            Como um bom modelo moderno que se preste, o kit precisa impressionar mais na caixa que nos encaixes, e isso o kit acerta bem. Os impressos das caixas, manuais e decais são todos feitos pela cartograf, uma gráfica italiana especialista em fazer modelistas satisfeitos. O manual é todo feito em autocad, refletindo em cores desenhos digitais originais do projeto do modelo, num primeiro momento me pareceu uma excelente opção, mostrando sempre aspectos reais do modelo, mas durante a execução, não funcionou tão bem como esperava, assim como a folha de decal enorme e bem impressa, mostrou-se boa porem um tanto grossa.
Interior "out of box" antes de ser fechado. Bastante espartano, com margem para melhoras.
            O kit tem suas linhas de painéis muito delicadas, por muitas vezes um tanto apagadas, e irregulares em alguns pontos, demonstrando um aspecto meio esquisito num olhar mais clinico, mas no final tudo funciona, assim como o plástico escolhido, bastante rígido e resistente.
Pastel fechado: Tudo para dar errado, mas acaba dando tudo certo!
            Itens comuns em modelos recentes não se encontram nesse modelo, como photoeched de fábrica, mas o fabricante nos presenteia com uma cartela em vinil com mascaras pré-cortadas para canopis e janelas que funcionam de forma eficaz.
Detalhes dos intakes de ar,

Montagem.

            A montagem começa com surpresas ruins. Os encaixes das peças são falhos, algumas peças do interior simplesmente não têm encaixe, todos as peças com encaixe tipo pino/buraco necessitaram ajustes, em todas as etapas. As marcas de injeção aparecem em profusão, muitas delas em lugares visíveis no modelo. É preciso ficar atento com isso, principalmente em peças do trem de pouso e do interior da cabine.
            O modelo se presta a ter um eficiente e completo conjunto de detalhes do interior, incluindo as câmeras de foto e vídeo (que são o diferencial do modelo de observação), mas tudo acaba vindo de forma espartana, com poucos detalhes, não funciona legal... mas é um prato cheio para alguma marca que se interesse em lançar uns upgrades para ele.
            No final, aquele kit todo recheado acaba fechando bem (ufa...), todos os detalhes do interior acabam se ajustando bem na hora de fechar a fuselagem. Pelo menos no aspecto funilaria, o kit foi muito bom. O que não funciona bem são os encaixes dos profundores na deriva, muito delicados e propensos a quebra.
            O trem de pouso vem com um número razoável de detalhes, mas seus encaixes são falhos, necessitam ajustes, principalmente os dois traseiros. A caixa de trem de pouso é outro detalhe importante, me pareceu rasa demais, o trem de pouso nunca caberia ali dentro.
Processo do "Blue Basing"
            O que eu esperava ser crítico no modelo acabou sendo um problema menor. Geralmente os fabricantes se atrapalham com a arquitetura dos kits quando esses possuem os bocais de admissão do motor junto a raiz da asa (como no classico Hawker Hunter 1/32 da revell, e nos f-105 thunderchief da monogran). Houve problemas nesse item no kit da TanModel, mas os ajustes a serem feitos são simples, muito mais simples do que eu esperava que fosse. As superfícies moveis do avião, aelerons, flaps e leme, funcionam legal, sem observações, assim como o freio aerodrômico na lateral da fuselagem.
            Os canopis tem boa injeção, com relevos e rebites, complicado de instalar, mas devo isso a arquitetura do avião, não do modelo.
            Como dito anteriormente, a decal é de excelente qualidade na impressão, mas o filme poderia ser um pouco mais fino e melhor delimitado, visando os optantes pelas versões em alumínio que ressaltam demais o filme do decal.
Processo de criação de varias tonalidades do alminio
            Críticas feitas, meu dever aqui apontar o que poderia ser melhor no modelo, mas falando sinceramente, o modelo apresenta uma montagem simpática e simples, principalmente após o fechamento do interior. Não achei o kit difícil, ele tem uma montagem simples, bem ajustada e projetada, e bastante divertida. As falhas listadas, nenhuma é grave, tudo contornável, talvez o porão do trem de pouso seja algo que não dê para arrumar, necessite de um upgrade de resina, isso se você for dos que ligam para essas coisas.
            Achei o modelo muito válido, é sim opção para quem quer fazer um clássico da aviação de reconhecimento, e não vejo objeções para modelistas com pouca experiência. O modelo ganha um porte bem bonito após montado, e a montagem preserva bem todos os detalhes que a marca imprimiu em suas peças.
            O importante é ressaltar mais uma boa opção de marca no mercado. O kit não me pareceu nenhum espetáculo, mas está na média, ou um pouco acima, do que se espera de um kit comum lançado em 2015. A marca almeja lançamentos promissores. A grande maioria de kits “prometidos” pela marca tem relação com a história da aviação turca, que sempre foi recheada de aviões clássicos, então a marca já promete um novo F-4 Phantom da escala 1/32, novos f-5 (de olho nesse, a Turquia usou versões de F-5 semelhantes às do Brasil) e F-16, além de drones modernos e equipamentos militares terrestres. Se a marca vingar de fato, e assim torcemos que aconteça, irá inflar o mercado com novos clássicos e algumas novidades, mas desde 2015 a marca não lançou nada oficialmente. Ficou apenas nos dois modelos já citados, muitas promessas, algumas postagens nas redes sociais... e nada de lançar novos kits. Esperamos que o momento difícil da economia e da política na Turquia não impeçam essa marca de alcançar o estrelato. (Nota do editor: Mantive essa parte do texto para manter a originalidade em relação a matéria enviada para a revista em janeiro de 2017.)
 
Blue Basing: Brincando com a ancoragem de cor das tintas metálicas.

            Esse modelo foi pintado com um produto recente no mercado, a linha Xtreme Metal da marca espanhola AK. A marca criou essa linha de produtos para competir com sua rival, a Mig AMMO, que se aliou a tradicional marca de cores metálicas americanas Alclad para distribuição de seus produtos na Europa.
            Concorrência sempre faz bem ao mercado, dessa vez não foi diferente. Alclad dispensa apresentações, todos conhecem a eficiência e a capacidade dessa boa, porem difícil de usar, tinta norte americana. A linha da Xtreme Metal AK se assemelha e muito aos produtos da Alclad em diversos aspectos, e é uma boa opção para nós, que lucramos agora com duas boas opções de cores metálicas (entre tantas outras). 
alcançando o polimento com cotonetes 
            Essas tintas são uma espécie de esmalte sintético diluídas em thinner, especiais para aerógrafo. São tintas traiçoeiras, ariscas, difíceis de se usar e de acertar, mas quando bem aplicadas, fazem um serviço excelente.
            É característica das cores metálicas em geral que elas possuam uma transparência, uma permeabilidade maior para a base a qual ela esta sendo aplicada , ou seja, tintas metálicas tendem a refletir mais o que está por baixo delas.
quase lá
            Por isso é comum a utilização da técnica do “black basing”, ou base preta, para pinturas metálicas. Eu desenvolvi a técnica um pouco mais, e utilizei o “blue basing”, ou a base azul. Isso porque o preto, sendo a última cor do espectro de sua família, tem pouca manobra no acerto do tom, já trabalhando com o azul, o range de atuação se amplia, deixando o preto disponível para efeitos onde a sombra na pintura deve ser mais escura ainda. Vou explicar como deve ser feito. Pode repetir esse processo para cores Xtreme Metal, Alclad, Humbrol metalic, model master metalizer, e outras tintas metálicas a base de esmalte sintético.
            Primeiramente, prepare seu modelo da forma adequada, fazendo de forma correta e delicada toda a funilaria, não deixando passar riscos de lixa, machucados, enrugados do plástico, resto de cola ou de massa, nada... deixe tudo bem lisinho. Isso irá se repetir em todos os passos daqui pra frente, pois essas tintas muito finas e reluzentes destacam demais as falhas deixadas no modelo (chega a ser chato).
            Aplique um bom primer de sua preferência, e que seja de preferência na cor cinza. Evite a tentação de primers coloridos aqui, já explicarei o porquê. Deixe o primer bem liso. Alguns modelos de primers, como os automotivos, é possível até dar polimento neles, se possível faça. Esse é o motivo de se preferir os primers na cor cinza, porque geralmente é difícil fazer os primers coloridos brilharem (se você consegue, pode tentar).
            Na sequência você vai aplicar um azul brilhante, de forma bem diluída e homogênea, visando o brilho como se estivesse pintando um carro. De preferência a tintas de boa aderência, e pouco ruidosas, como duco ou acrílicos automotivos. Evite tintas de origem muito ruidoso, como acrílicas nacionais, tamiya ou gunze, e poliéster, isso porque você terá que polir a tinta sem verniz, e escolher uma cor que gera textura e ruido vai causar mais dificuldade de encontrar o brilho no polimento.
            Se você tiver uma boa mão no aerografo, você pode aplicar a pintura já controlando os shaddings e saturações da cor, deixando ela já irregular na aplicação. Se você ainda está dando os primeiros passos na areografia, depois de aplicar o azul de forma bem solida e regular, você pode fazer um “pré-shadding” de preto sobre esse azul. Está aí o motivo de usarmos azul na base ao invés de preto.
            As cores as Xtreme metal AK, assim como as alclad, não precisam de diluição para aplicação no aerógrafo, podem ir direto do vidro para o equipamento. Recomendo baixar a pressão do compressor para 10~15 libras ou menos quando estiver usando esse tipo de material. Aplique sempre saturando pouca tinta de cada vez, dando tempo para as secagens entre as mãos.
Esse canopy foi bem difícil de acertar. 
            A cor que melhor simula o alumino polido dos anos 50/60 é a Chrome. Se você aplicar pouca camada de tinta sobre a base escura, elas tendem a brilhar mais, como frisos cromados (fica a dica pra quem quer usar essa tinta para frisos cromados), se você carregar mais na mão de tinta, ela vai ficando mais clara e menos reflexiva, mais semelhante ao que era os alumínios aeronáuticos polidos. Não existe jeito certo e jeito errado de aplicar, pelo contrário, utilize essa característica para simular diferentes desgastes na superfície do avião.
            Outras cores da linha Xtreme Metal podem ajudar a compor o visual de diversas chapas de alumínio com diversos níveis de envelhecimento. Todas as cores são bonitas, mas não espere o mesmo brilho das    chrome. Se você pretende dar aquele visual “cadillac” no seu avião, de bastante preferência para a cor Chrome.
            Não é usual aplicar verniz sob cores metálicas, por mais que o mercado hoje ofereça essa opção. Isso devido a alguns motivos. Os principais deles são que, primeiro, essas cores tem uma resistência mecânica muito frágil, e vernizes podem danificá-las de forma muito difícil de ser reparado, e em segundo vem uma questão de física do reflexo da luz, nossos olhos sabem diferenciar o reflexo obtido através de uma estrutura cristalina metalizada e de uma superfície envernizada e polida. A prova disso é que olhamos para um carro na rua Prata metalizado e sabemos que ele está pintado. Costumo brincar dizendo que “é a diferença entre olhar para um carro prata e um De Lorean”.
            Ao final da aplicação, essa tinta deve ser polida com material muito delicados. Eu recomendo algodão, ou papel higiênico de folhas macias. Nada de lixas, ceras ou massas, essas tintas não aguentam.
            Para fazer washed nessas pinturas, use sempre tintas a base de água, como guache ou tempera, não utilize óleo, de forma alguma, e evite washeds com acrílicos que sequem muito rápido. Misture a cor do washed, de preferência preto ou cinza escuro para realçar as cores metálicas, misture com bastante água e uma gotinha de detergente de pia para reduzir a tenção superficial da água. Esse washed fica bastante delicado, e pode ser limpo com algodão e água mesmo muitos dias após a aplicação. Pode ser uma opção de washed para qualquer pintura sua, não só as metalizadas.
            Fique atento a descascados, descamações e perdas de brilho com essas tintas. Elas são muito frágeis mesmo, e o manuseio entre a pintura e o acabamento do kit pode danificar alguma coisa sim, então fique sempre preparado para fazer reparos na pintura, principalmente do que estiver pintado com o Chrome.
            As tintas Xtreme Metal, assim como toda a linha de produtos Ak Interactiv, está disponível no Brasil graças ao eficiente pessoal do site capixaba Usina dos Kits (www.usinadoskits.com), parceiros do blog e forneceram o material para esse tutorial.


            Sobre o avião.

            O Rf-84 Thunderflash foi a última encarnação do veterano F-84 Thunderjet, o primeiro caça a jato bem sucedido dos Estado Unidos no pós guerra. Em 1950, a empresa Republic estava testando suas novas encarnações do Thunder jet, o Thunderstreak XF-84F.  O avião aproveitava partes da fuselagem e do motor do Thunderjet, mas tinha novas asas enflechadas, uma nova deriva e uma fuselagem mais aerodinâmica. Foi o primeiro caça de asa enflechadas na história da USAF. Sua versão de reconhecimento teve um início curioso.
            O XRF-84 nasceu de uma tentativa de colocar um motor maior e mais pesado no avião, que geraria mais empuxo. Para corrigir o CG do avião, o bico precisou ser alongado, e com isso o intake de ar do nariz foi removido e as tomadas de ar passaram para as raízes de asas do avião. Essa configuração não ficou boa, o avião apresentou uma menor aceleração, e perda de potência em curvas fechadas (devido a problemas de alimentação de ar nas raízes das asas). Em resumo, o avião perdera muita capacidade de manobra em combates. Porém, os engenheiros repararam que a modificação na fuselagem que esticou o nariz do avião criou na parte frontal um porão, um espaço vazio que poderia ser ocupado com algo, como câmeras de fotos e vídeos por exemplo. E a perda de capacidade combativa em manobras quase não seria percebida em um avião que seria utilizado para reconhecimento.
            Assim nasceu a bem-sucedida encarnação de reconhecimento do F-84. O avião operou por quase duas décadas na força aérea americana, esteve no conflito da Coreia e do Vietnam, e também na guarda nacional, além de ter sido oferecido a diversos países da Europa como França, Bélgica, Itália, Alemanha, Grécia, Holanda, Dinamarca e Turquia (versão essa do modelo montado nessa edição).
            Os EUA aposentaram suas unidades no início dos anos 70, mas as últimas unidade dessa versão de reconhecimento foram vistas voando em serviço fora dos Estados Unidos até os anos 80.